sexta-feira, 26 de outubro de 2018

INCLUSÃO .ELEITORAL

O problema não é defender a inclusão, promover a acessibilidade ou conviver com a diversidade. O problema é você querer um país onde a vida seja possível para todos (e não apenas para os "diferentes").
Como a gente não sabe ainda, sequer, quem vai assumir o poder, a verdadeira batalha de agora teria que ser pelo direito de votar com acessibilidade garantida.
O que precisa haver, antes de tudo, são seções eleitorais em que nós, pessoas com deficiência, não precisemos subir quatro lances de escada para exercermos nossa cidadania.
Existem algumas categorias que já têm a preferência para votar: os eleitores com mais de 60 anos, os doentes, os eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida e as mulheres grávidas ou lactantes. Também têm prioridade candidatos, juízes eleitorais, promotores eleitorais, funcionários a serviço da Justiça Eleitoral e policiais militares em serviço. O ideal seria, no caso das pessoas com deficiência, que nos fosse garantido o exercício do voto em qualquer seção, mais próxima ao nosso local de moradia e /ou mais acessível. Isso, sim, deveria ser uma luta nossa. De quem será eleito, temos, sim, que cobrar políticas adequadas. Mas, sem o livre exercício do voto, nada disso tem utilidade.

Sem Almoço....SEM Sobremesa!

Recadinho simples e direto, do tipo...mais óbvio, só desenhando.
Em 1989 - Contra Lula, no segundo turno, votei Collor.
Acho o Collor a criatura mais honesta e mentalmente sã da face da Terra? NÂO.
Votei contra o LULA em todas as eleições em que ele concorreu. Só faltaram me internar no manicômio. Enfim, tanto fizeram, que o cara chegou lá. #DeuNoQueDeu.
O Jair não é o representante das #FFAA dos meus sonhos, como não é o dos sonhos deles também. MAS é o que tem por enquanto.
Votar no #B17, por enquanto, é uma questão de coerência minha. Se ele fizer 10% do que tá falando que vai fazer e o Brasil voltar ao que era quando eu era criança, pra mim, já tá de ótimo tamanho. Progresso é pra depois. Por enquanto, eu quero é ORDEM.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Tá ficando chato!

Mania desse pessoal achar que quem apóia o #B17 é movido pelo ódio..... Muito pelo contrário. Temos é muito amor pelo país, queremos vê-lo recuperado da hecatombe provocada após a tal de Nova República (sim, vem de lá a desgraça). Não é problema com o PT. É problema com o que virou isso aqui do Sarney pra cá. Pessoal mais novo, bora estudar História com gente séria, vocês vão entender do que eu tô falando.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Ninguém sabe o motivo.....

Uma amiga de longa data - cuja amizade nenhuma "pendenga" política vai destruir - me pergunta se eu sou contra o voto do analfabeto.

Agora, me fala se dá pra ser a favor num país em que as cores ajudam o analfabeto a identificar seus candidatos. Daí, vem "alguém" e muda todo o layout da campanha para as mesmas cores do adversário, com o nítido intuito de fazer confusão visual para quem só tem esse elemento para diferenciar os dois lados. 

Fácil prever o resultado. OU ele é 13 e vota no 17 por engano, ou é 17 e vota no 13 por engano.

Que liberdade é essa?

Mais do que nunca, o voto do analfabeto está sendo DESRESPEITADO. E todo mundo sabe de onde vem o desrespeito.

"Sei Que Falam de Mim....."

Sei que tem um monte de gente achando estranho o comportamento de um cidadão que "se diz" espírita (e que, portanto, deveria pregar a paz, o amor e o respeito de todos por todos) defendendo, com unhas e dentes, a candidatura de um dos postulantes à Presidência da República e descendo a lenha no outro.
Pessoal precisa entender algumas coisas.
Somos espíritas - não perfeitos.
Isso aqui é um planeta de expiações e provas - não um mundo perfeito.
Para chegar à perfeição POSSÍVEL, passamos (nós e o planeta) por vários estágios evolutivos.
Estamos muito menos evoluídos do que imaginamos.
“Levanta-te e come! Ainda tens um caminho longo a percorrer” (1 Rs: 19,7)
"Quem fica parado é poste!" (José Simão)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Destoou!

Achei que não veria nada pior do que André Rieu tocando Michel Teló no final do show em São Paulo. Evidentemente, instruído pela produção brasileira. (Nos shows mundo afora, isso jamais aconteceria.) EM TEMPO: Nada contra Michel Teló. Eu gosto. Só acho que "destoou".
Ontem, me aparece um tal de Roger Walters, da banda Pink Floyd, (muito mal) instruído - também pela produção brasileira , com toda certeza - incitar o povo com aquela chorumela do "Ele, não!" durante um show, totalmente fora de contexto. 
Deu no que deu.
Tomou uma sonora vaia, teve que interromper o show por cinco minutos e, claro, pagou o orangotango da carreira. Recebi o vídeo do episódio. Mas vocês não merecem.
Isso, sim, é "destoar GERAL".

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Sem Opção e Sem Motivação....

Já tenho minha chapa pronta para o dia 07. Tudo acertado, cola pronta, é só esperar a hora. Faltava só a decisão sobre o candidato ao governo estadual. Assisti ao debate de ontem, crente que ouviria argumentos sólidos em favor de um ou dos dois candidatos sobre os quais ainda tinha dúvida.
A dúvida se foi. Mas, com ela, também se foi a motivação para votar. Nunca vi um debate tão vazio de argumentos e cheio de ataques pessoais. Se o homem governar do jeito que se comportou ontem, vai ser um desastre. E é bom que ele fique caladinho e não faça nem diga mais nada até a hora do voto, sob o risco de eu chegar lá e votar no César Tralli.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

O Dia Fica Pequeno


Não tem jeito. Dia de jogo do Brasil na Copa do mundo fica curto para darmos conta de tudo o que precisamos.
O jogo começa. Ficamos grudados na tela (ou, no mínimo, no som da transmissão), ouvindo cada sílaba que o locutor pronuncia e fazendo de tudo para não vibrar tão efusivamente - considerando que o local de trabalho não permite. O coração que dê conta.
Intervalo. Hora de almoçar - repor as energias gastas com a vibração pelo jogo e, também, comer alguma coisa enquanto dá tempo - porque, depois que acabar o jogo, vai chegar a turma toda, e o telefone não vai parar de tocar. Pelo menos, é o que se espera.
Segundo tempo - terminar de almoçar e de sofrer ou ficar feliz com o que acontece em campo. Graças a Deus, as coisas correram a nosso favor. Que assim continue!
Fim de jogo. Começa a tocar o telefone. Cérebro, por favor, volte para o lugar e programe-se para as atividades do dia-a-dia, que prometem..... E cumprem. A tarde é movimentada. Demos conta de tudo, até o fechamento desta edição.
Outras notícias, amanhã. Hoje, nem em edição extraordinária!

sexta-feira, 29 de junho de 2018

VAI DEIXAR SAUDADES

Despedidas são sempre ruins. Por mais que você saiba que, um dia, elas têm que acontecer, é complicado. As pessoas chegam para aprender conosco, mas, como ninguém sabe tudo de nada, acabam, também, ensinando muita coisa.

E, quando, além da capacidade profissional e do empenho em aprender cada dia um pouco mais, criam-se laços de simpatia, aquele último dia que todos sabíamos que chegaria (se bem que chegou antes do tempo) torna-se ainda mais difícil.

Só nos resta esperar que, saindo do nosso convívio, a pessoa leve lembranças tão boas como as que deixou. E que os futuros colegas de profissão vivam momentos tão bons como as que ficaram aqui. Que Deus ilumine sempre seu caminho.

POSTURAS



Ao logo de nossas vidas, existem pontos de vista dos quais não abrimos nem podermos abrir mão. Valores morais, arraigados em nós desde o ventre materno e sobre os quais nossos pais e mestres nos orientam enquanto podem, esperando, evidentemente, que os mantenhamos pela vida inteira. Sao princípios.

Dentro desses princípios, porém, podemos ser um pouco flexíveis e mudar nossa postura ante determinadas situações. Alguns poderão dizer que é por conveniência. Pode até ser, pois o nosso sapato TAMBÉM aperta. Mas, além do nosso, podem existir outros sapatos que apertem demais e que, mudando um pouco nossa maneira de pensar e agir, podemos ajudar outras pessoas a caminharem melhor.

Quando se trata de política, religião (e futebol, como dizem alguns), não. Cada um tem sua maneira de pensar, e a prudência manda que, para evitarmos desavenças, não entremos em determinadas discussões.

Mas, quando se trata de saúde e do bem-estar de uma coletividade, é bom sairmos do casulo e ajudarmos, dentro das nossas possibilidades; principalmente, se já fomos ajudados (e muito).

Um ou outro arranhão, pode ser que venhamos a sofrer. Mas a turma da Saúde está do nosso lado. Por dever de ofício, sim. Se estivermos ao lado deles, mais ainda.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

PILHA FRACA


(Com os agradecimentos a Cleide Tavares, pela inspiração!)

Costumo gostar muito das coisas que Martha Medeiros escreve. Muita coisa qie ela diz, eu já tinha em mente. Outras, preciso aprender. Acabo de receber outro texto de sua autoria. Tirei um tempinho para a leitura e, depois, para um dedo de prosa comigo mesmo.

Ando muito chato para leitura. A informática consome muito a minha visão para eu me propor a comprar livros que acabarei não lendo por falta de...tempo mesmo. Na vida agitada que tenho hoje em dia, não cabem (infelizmente) algumas coisas que eu fazia (e amava) no passado. Para algumas delas, tenho teimado e achado algumas brechas. Para outras, tenho teimado em não achar (mas isso não me agrada). Do que eu fazia, em um dia, antigamente, hoje, preciso de uns quatro para dar conta.

(O pior é que) nunca me perguntaram "Você perdeu o prazer de ler?... de tocar?...de ir ao cinema?...Ao teatro?...." Não, eu não perdi o prazer. Perdi foi o pique mesmo. Das últimas quatro vezes em que tentei ver um filme, ir a um concerto, a um teatro (essa foi a pior), acabei pegando no sono. Considero isso um desrespeito a quem está ali na frente, mostrando todo o seu talento a um público que - presumivelmente - está ali para ver e admirar seu trabalho. Aí, vai um gordinho, que não enxerga bem, sentar na primeira fila e pega no sono? Eu ficaria irado. Imagino que alguns já tenham ficado. Melhor evitar. Triste...

Precisaria rever alguns conceitos. Não... Precisaria, mesmo, era tê-los revisto em outros tempos, para não ter que pensar nisso hoje. A vida ensina. Não aprendeu? Repete a cadeira. Mas esse já é outro papo.